Para todos os que sentiram falta dos bolos e das histórias… VOLTEI! Voltei com alma caiçara, mas voltei. Cheia de novidades e histórias e são tantas que nem sei por onde começo. Mas já começo com um CONVITE – como todos sabem, minha SAGA DOS BOLOS está chegando ao fim. Estou quase lá – no 365 bolos!!!!!Dia 3 de maio acaba a insanidade de um bolo por dia. Mas depois de tanta farinha, chocolate, creme de leite, manteiga, histórias e pessoas, e muito MUITOS OVOS QUEBRADOS, claro que eu não poderia deixar passar assim. Simplesmente passar!

Vou fazer uma FESTA DE ENCERRAMENTO dos 365 bolos. Dia 6 de maio. Domingo. Antes do dia das mães – 15 horas. Aqui na minha roça. Claro que é uma festa louca. Festa movida a bolos. Então, para entrar, tem que ter um BOLO! E,de preferência, com história. Cada um traz a sua história, o seu bolo. Sei que é uma loucura, que vai ter muito bolo… mas e dai? Assim, cada um experimenta a cultura do outro – afinal, esse tempo todo estive escrevendo sobre isso – não foi? E para todo mundo que leu, que me seguiu, que acompanhou de perto cada ovo que quebrei, cada história que contei, nada mais lógico que tenha um dia de forno aqui em casa. Quem quiser vir, tem que me escrever no e-mail – drihaddad@gmail.com. E vou colocar uma data limite para que eu possa organizar tudo.DATA LIMITE – será dia 2 de maio, quarta-feira. Então, programem-se. Desde já, quero agradecer a participação de todos nessa minha maluquice.
O OVOS QUEBRADOS? Não, não vou encerrar.

Mas mudam-se as histórias, o tema – essa é uma FASE que se encerra do blog ovos quebrados.
Quem ainda tem alguma receita que não fez comigo, quem ainda tem alguma história que valha a pena ser contada… enfim… ainda faltam alguns dias de ovos, de bolos.

E, por falar em bolo, DIA 16 DE ABRIL – ONTEM – FOI MEU ANIVERSÁRIO. Comemorei com um não bolo. Um não bolo feito por mim. Deixei me mimarem e fazerem o bolo por mim. Mas o aniversário não foi só meu. É TAMBÉM ANIVERSÁRIO DA MINHA MÃE… Acredite quem quiser – ela ganhou de presente essa maluca da filha dela.

Qualquer homenagem para ela fica pouco, não fica? E como não sou dada a lencinhos e drama (afinal, sou uma das maiores choronas que conheço!) – fica só um cheirinho de esfiha assando pela casa, de tardes e tardes de bolinhos de chuva com açúcar e canela. Vendo “sessão da tarde” com febre, sem escola. Aí tinha o bolinho de chuva e o leite “queimado” com açúcar. Fica o gosto de bolo de fubá com erva doce. E o arroz sirio, meu Deus!!!!!!! Quem,das minhas amigas, não comeu o ARROZ SIRIO da minha mãe? E o couz couz de camarão? São lembranças da cozinha, mas mais do que isso, são lembranças de receber bem, com generosidade,casa de portas sempre abertas. Acho que o que mais aprendi com ela foi isso – minha casa de PORTAS ABERTAS. Eu não aprendi a cozinhar com a minha mãe – isso vocês já sabem, eu não me interessava em nada, nada pela cozinha. Eu ficava mergulhada nos meus livros. Mas comer, eu sempre soube. (minto, minto. Não sempre soube, não. Passei a infância a base de ervilhas e uva passa. Ô criança chata!).

Sem querer dar inveja em ninguém… mas se vocês conhecessem a cozinha da minha mãe…
quem sabe ela topa vir aqui dar uma aula de comida árabe para vocês? Já pensaram?
Bom, é isso.
Vou organizar todas as receitas, bolos, ovos desa semana. Vou colocar tudo em dia.
PARABÉNS, MÃE – no ano que vem, eu faço o bolo, combinado?
Até.

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